Em um intervalo de três dias, 81 exonerações no Ministério da Cultura e 73 no Ministério da Saúde. Esse é o nível de (des)compromisso de um governo INTERINO, que desde o início está desmontando a estrutura do Estado como se fosse definitivo, implementando um projeto que não foi escolhido pela população. Servidores não concursados em níveis de DAS 3, 4 e 5 (o nível máximo é DAS 6, reservado a secretários nacionais, onde já houve as trocas principais), de perfil técnico, com acúmulo nos setores, com conhecimento sobre os programas e as políticas desenvolvidos, foram exonerados de uma só vez. O resultado na desestruturação dos projetos é incalculável.

Em nome de uma economia insignificante dentro do Orçamento brasileiro, provoca-se um desmonte da estrutura que pode paralisar ou atrasar o andamento de projetos por tempo indeterminado, trazendo prejuízos concretos à população.

Uma segunda leva está sendo articulada no MinC.

E vem mais por aí. Estamos de olho.